Presidente do TJ-MS governa Mato Grosso do Sul até 6 de novembro
Desembargador Dorival Renato Pavan assumiu o Executivo estadual no domingo, 1º de novembro, durante afastamento do governador Eduardo Riedel e do vice Barbosinha.
Foto: Gabriel Tiveron / Unsplash
O desembargador Dorival Renato Pavan, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), assumiu o governo estadual neste domingo, 1º de novembro de 2026, e ficará no cargo até 6 de novembro. A substituição ocorre durante o afastamento do governador Eduardo Riedel (PP), do vice, Barbosinha (Republicanos), e do presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP), como noticiou a Revista Oeste.
Pavan ocupa a terceira posição na linha sucessória. Ao assumir, afirmou que vai manter os serviços públicos, seguir as diretrizes da gestão atual e assinar apenas atos essenciais à administração. Segundo o texto, a substituição segue determinação constitucional.
O Executivo estadual não divulgou os motivos dos afastamentos de Riedel e Barbosinha. O governador informou à Assembleia que pode viajar para fora do Estado ou do país. A assessoria de Gerson Claro afirmou que ele cumpre "compromissos de agenda".
Quem é o desembargador
Natural de Mandaguari (PR), Pavan ingressou na magistratura em maio de 1985. Atuou em Ribas do Rio Pardo, na 3ª Vara Cível de Corumbá e nas varas Criminal e Cível de Campo Grande. O tribunal o promoveu a desembargador em julho de 2008.
Ele dirigiu a Escola Judicial de Mato Grosso do Sul a partir de fevereiro de 2021 e exerceu a vice-presidência do TJMS no biênio 2023, 2024.
Outros presidentes do TJ que governaram o Estado
Pavan é o quarto presidente da Corte a governar o Estado. José Augusto de Souza assumiu por algumas horas em 30 de abril de 2002, durante licença de Zeca do PT. Claudionor Miguel Abss Duarte governou por 12 dias, de 20 de setembro a 2 de outubro de 2006. Paschoal Carmello Leandro ocupou o cargo entre a tarde de 8 de julho e o dia 9 de julho de 2019.
Para o cidadão de Mato Grosso do Sul, a prática do dia a dia não muda por ora, já que o governo informou que os serviços públicos seguem em funcionamento. A substituição vale até 6 de novembro, data em que a gestão deve voltar ao titular ou ao substituto legal, conforme o andamento dos afastamentos.
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