Guarda-corpo de vidro: o que a norma exige para ser seguro
Altura mínima, tipo de vidro e fixação são definidos por norma técnica e não podem ser escolhidos só pela estética.

Imagem: Murano Glass
O guarda-corpo de vidro virou padrão em varandas, escadas e mezaninos porque deixa a vista livre. Mas antes de ser bonito, ele é um item de segurança: sua função é impedir a queda de pessoas. Por isso, as regras de altura, tipo de vidro e fixação seguem norma técnica.
A norma de referência
No Brasil, os guarda-corpos para edificação são tratados pela ABNT NBR 14718, que define requisitos como altura mínima e resistência a esforços. Para o vidro em si, as normas de vidros na construção civil determinam quais tipos podem ser usados em situações com risco de queda.
O tipo de vidro
Em guarda-corpo, o vidro precisa ser de segurança. O laminado é o mais indicado porque, se quebrar, os pedaços ficam presos à película interna e o painel não abre um vão. O temperado é mais resistente a impacto, mas, quando quebra, se desfaz em pequenos pedaços e deixa o vão livre. Por isso muitas soluções usam vidro laminado, inclusive laminado composto por lâminas temperadas.
Altura e fixação
A altura mínima do guarda-corpo em edificações é definida pela norma e é comum que regras de condomínio e códigos de obras municipais repitam essa exigência. A fixação, por perfil, botões ou torres, precisa ser compatível com a espessura do vidro e com a estrutura onde será instalada.
Antes de contratar
Peça ao fornecedor que informe o tipo e a espessura do vidro, a altura final e o sistema de fixação, e que confirme que o conjunto atende à norma. Um guia sobre guarda-corpo de vidro, norma e altura, da vidraçaria Murano Glass, de Belo Horizonte, reúne os pontos que merecem atenção na escolha.
Em condomínio
Em apartamento, a troca ou instalação de guarda-corpo na fachada costuma depender de aprovação do condomínio, que pode exigir padrão único de vidro e de perfil. Consultar a convenção antes de fechar o orçamento evita retrabalho.
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